Na última quinta-feira (12), um grupo de estudantes muçulmanos atacou e matou a estudante cristã, Deborah Samual Yakubu, da Faculdade Shehu Shagari em Wamako, no estado de Sokoto, na Nigéria. O motivo seria a reação da universitária contra publicações religiosas em um grupo de WhatsApp, criado para tratar de assuntos acadêmicos, e foi interpretada como uma blasfêmia.
Segundo o pastor David Ayuba Azzaman, da igreja onde ela congregava, as acusações são falsas: “A Deborah estava reclamando em grupo da classe no WhatsApp como eles discriminam os cristãos nas tarefas e provas da faculdade em favor dos muçulmanos”. É dessa forma "que eles usaram como parâmetro para dizer que ela insultou Maomé”.
Fato como esse mostra o que o Senhor Jesus disse aos seus discípulos: “E sereis odiados de todos por causa do meu nome, mas aquele que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt 10.22).
A Nigéria está localizada no Oeste Africano. As religiões presentes são o islamismo e cristianismo.
Na região norte do país, cristãos vivem sob a constante ameaça de ataques de grupos extremistas como Boko Haram, Estado Islâmico da Província da África Ocidental e extremistas fulanis. Eles vivem sob o conjunto de leis islâmicas e são discriminados e tratados como cidadãos de segunda classe. Os cristãos ex-muçulmanos enfrentam rejeição da família, pressão e violência para renunciar à fé em Jesus.
Oremos por nossos irmãos que se encontram em grandes dificuldades.
Fonte: Portas Abertas.
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