O crime foi relatado pela monitoria de perseguição da International Christian Concern, ocorreu no dia 15 de dezembro e foi cometido por militantes jihadistas.
Segundo informações da esposa à polícia, insurgentes ligados ao Estado Islâmico deteram o pastor em um campo, o decapitaram e logo após entregaram sua cabeça a ela, ordenando que informasse as autoridades.
A prática terrorista de decapitação dos “infiéis” é antiga por parte do Estado Islâmico. No mês de novembro do ano passado, mais de 50 pessoas foram decapitadas por combatentes do grupo, incluindo mulheres e crianças, e sequestraram outras em ataques nos distritos de Miudumbe e Macomia, na província de Cabo Delgado.
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